

Escape to breathtaking Hamilo Coast, SM Land's premier, sustainable leisure destination in Nasugbu, Batangas. Look forward to a variety of leisure lifestyle options among a network of leisure communities to be built, offering residential condominiums, villas, residential lots, and hotels. 
Recreational facilities such as exclusive and members-only club will also offer an immediate escape from the city all year-round. Land- and water-based activities providing an interactive nature experience completes the distinctive Hamilo Coast leisure lifestyle.
Hamilo Coast is currently accessible by land via the traditional tagaytay-nasugbu rout, which is roughly 114 kilometers of 2.5 hours travel.
In 2011, a ferry service from the Mall of Asia Complex to Hamilo Coast will be operational to service residents, club members, and guests. This will cut travel time from Manila to 1.5 hour, or 70 kilometers.


Imagine the comforts and conveniences of a full-service country club, set amidst a breathtaking natural seaside environment. The Pico de Loro Beach & Country Club is the centerpiece amenity of the Pico de Loro Cove community. Elevate your usual resort experience with the distinctive exclusivity and privacy of a leisure club community.
1 BEDROOM:

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OTHER PROPERTIES: Wind Residence: Heart of Tagaytay Light Residence Beside Edsa Boni MRT Station Field Residences: Tranquil Oasis behind SM Sucat Jazz Residence - to the beat of Bel-Air Makati Country Club Living - Grass Residence SM North QC Simple Luxurious Sun Residence Quezon City Comfortable College Living at Blue Residence Katipunan Sea Residence - Your Home beside SM Mall of Asia (Asia's Biggest Mall)
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Clarice Lispector espantou-se com o visual que encontrou quando veio a Brasília pela primeira vez. E falou de uma Brasília artificial, por ter sido construída na linha do horizonte. Tão artificial como o homem quando foi criado. E acrescentava: “Quando o mundo foi criado, foi preciso criar um homem especialmente para aquele mundo”. Ela previa a chegada do homem de Brasília, um ser especial que habitaria a cidade especial. Clarice amava o que ela chamava de “a paz do nunca”, espalhada pela paisagem de Brasília. E o grande silêncio visual que se podia respirar na cidade. Aos 50 anos, já existe, sim, o homem de Brasília, previsto por Clarice, o homo cerratensis, de que falava o historiador Paulo Bertran. O homo brasiliensis, espécime nascido e criado nas superquadras, ou morador das satélites que circundam o Plano Piloto, traduz com facilidade os espaços e o cipoal de signos e siglas da cidade, que ainda confundem os mais antigos. Os nativos traduzem Brasília com a mesma facilidade com que um adolescente mexe num computador, para espanto dos que ainda não se conformam com a aposentadoria das máquinas de escrever. O brasiliense nascido aqui, que brincou debaixo do bloco, que subiu no foguete do Parque Ana Lídia, que atravessou o eixão, que escorregou na grama do Congresso, integrou-se à geometria da cidade planejada. Sente-se deslocado e estrangeiro é quando tem de enfrentar o caos das cidades tradicionais. Clarice espantou-se com o artificialismo e a exatidão. Já os nativos estranham que alguém não consiga traduzir os signos e as siglas. Para eles, espantoso é não circular com desenvoltura por dentro do vídeo-game gigante, da fazenda iluminada, do autorama em tamanho real, da arquitetura de possibilidades infinitas, com a mesma desenvoltura com que navegam por entre os sites, links, blogs, spams e pop-ups da internet. Cada vez mais, o espanto com a radicalidade estética da cidade vai ficando distante de quem vive aqui. Sim, já nasceu o homem de Brasília. O alegre filho de uma cidade tão exata e precisa que uma certa Clarice Lispector chegou a dizer um dia que ela tinha espaço calculado até... para as nuvens.
Paulo José Cunha
"o brasileiro é antes de tudo um forte fazedor de deserto" Bernardo Élis Tantas vezes ao passar pude sentir a graça de tua insinuante beleza coberta de flores rosadas. Quando nas ásperas tardes de um prolongado estio eras sombra acolhedora para alivio dos viventes E lágrimas misteriosas choravas serenamente no silêncio deste vale, tuas sementes curativas espalhavas generosa pelo vento. Hoje lanço meu lamento por estares assim inerte à beira de uma estrada desolada e poeirenta do urbano assentamento. O golpe do machado do homem sem raiz estúpido inconsequente atingiu o fluxo o cerne de teu tronco e a alegria, a vida plena que semeavas estancou-se, minha linda sucupira. Quando é que nossa gente que depende tanto das árvores terá olhos pra esta nobreza e defenderá a vida e o encanto que esses seres milenares propagam? romulo
Mais de uma centena de poetas brasileiros e estrangeiros foram convidados a participar da I Bienal Internacional de Poesia de Brasília (I BIP), que será realizada de 3 a 7 de setembro, em diversos espaços culturais da cidade. O evento reunirá as novas tendências da poesia contemporânea brasileira e internacional escrita, falada, cantada, visual, performática e digital.
"Eu acho que todos deveriam fazer versos. Ainda que saiam maus, não tem importância. É preferível, para a alma humana fazer maus versos a não fazer nenhum".
Mário Quintana
A Bienal aconteceu e foi muito importante mesmo, pra mim e penso que pra cidade, talvez pro Brasil. Fiz uma prazerosa oficina de haikai com Alice Ruiz, assisti a ótimos espetáculos e exposições, reencontrei e conheci outros tantos bardos, bravos heróis da resistência. Algumas mostras permanecem até fim de setembro, Obranome - poesia visual e experimentos poéticos no Museu nacional e na Biblioteca, uma bela homenagem ao grande poeta multimídia Reynaldo Jardim. Aproveitem, apreciem e recomendem aos amigos.
Ao Exmo. Sr. Governador do Distrito Federal Sr. José Roberto Arruda MANIFESTO DOS POETAS E DE OUTROS ATORES CULTURAIS DE BRASÍLIA “PELAS PEDRAS, CONTRA AS PEDRADAS” A derrubada dos mosaicos poéticos do jornalista e artista plástico Gougon, poucos dias antes do 48º aniversário de Brasília, onde se reproduziam poemas dos mais queridos poetas da cidade, significou bem mais do que a redução de muitas horas de trabalho a um monte de entulho. O ato remeteu, ainda que remotamente, à lembrança dos incineradores de livros de “Farenheit 451” de Ray Bradbury; à destruição das obras de arte consideradas “impuras” pelos nazistas; à pichação das esculturas de Amílcar de Castro em Belo Horizonte. E que valha o exagero: o ato lembrou, mesmo de longe, as marteladas que aquele desequilibrado deu na suave “Pietá”, obra máxima do gênio de Michelangelo. A destruição dos singelos totens de Gougon causou espanto e raiva. Não pelas modestas pedras de granito, mármore, cacos de azulejos e outros materiais de que eram feitos. Mas porque o gesto atingiu a alma da cidade. Naquelas obras o homem da rua, que batalha pela sobrevivência e sacoleja nos ônibus lotados, abraçava nossos poetas queridos, seres esquisitos que captam com antenas invisíveis a vida que pulsa além do concreto, acima da geometria. Desde a instalação dos totens, há quatro anos, usando como suporte placas de sinalização abandonadas, nenhum deles foi pichado ou agredido. Prova de que o povo entende nas obras e nos versos a necessidade do estreitamento da relação carinhosa entre o morador e a cidade, entre a maquete e o sonho, entre o concreto e a emoção. Ao longo da história (na verdade, desde a pré-história) coube aos artistas assinalar os marcos da aventura humana sobre a Terra. E assim, na primeira afirmação contra a barbárie - as pinturas rupestres - o homem das cavernas registrou a sua passagem pelo mundo com a arte. Surgiram os primeiros símbolos, depois as primeiras palavras - as mesmas que Homero, Dante, Drummond e Cassiano se utilizaram para arrancar de dentro delas o mistério que escondem. Surgia e se desenvolvia a arte poética. Ao destruir os mosaicos de Gougon, eles próprios expressão artística das mais antigas da civilização, os autores do vandalismo oficial regrediram à barbárie que vigia antes da pré-história, no anteontem da civilização, no trasanteontem da pedra lascada. Andaram na contramão da marcha humana pelo universo. Lascaram a pedra polida. Negaram a fantasia que pulsa em cada verso. Esta cidade, que já foi apenas um risco na prancheta, hoje pulsa na vida de seus moradores. Aos 48 anos, Brasília já tem avôs e netos nascidos aqui. Nossa cidade tornou-se uma civitas em toda a extensão da palavra, uma congregação organizada e harmônica de pessoas que ocupam seus espaços, que os preservam, que os amam, e que reclamam o direito de neles efetuar suas intervenções. E ninguém melhor do que os artistas para fazê-lo, com a autoridade de quem sabe captar a “alma” das ruas. Vai longe qualquer intenção de macular o belo projeto de Lúcio Costa e Niemeyer. Mas bem sabemos que eles, igualmente artistas, jamais negariam o direito de a cidade viva se expressar por dentro dos traços de sua arquitetura radical e espantosa. É de se lembrar que Brasília vem se notabilizando nacional – e até internacionalmente – por iniciativas de expressão artístico-cultural que fogem aos padrões pela ousadia e pela criatividade. Entre vários exemplos, lembramos o projeto “Noites Culturais T-Bone”, talvez a única biblioteca do mundo surgida dentro de um açougue; o “Teatro Oficina do Perdiz”, talvez o único teatro do mundo a surgir dentro de uma oficina mecânica; e o “Cinememória”, de Vladimir Carvalho, talvez o único museu de cinema organizado no espaço doméstico de um dos mais renomados cineastas brasileiros. A mesma ausência de sensibilidade que levantou a mão com a marreta que destruiu os mosaicos poéticos de Gougon põe em risco essas e outras iniciativas. Ainda outro dia a cidade viu fragmentar-se a biblioteca particular de um dos mais queridos poetas da cidade – o saudoso Cassiano Nunes, quando o correto seria o tombamento de sua casa de residência, e sua conversão em centro cultural onde o acervo teria finalidade educativa e cada obra guardaria a identidade de seu proprietário. Leia em voz alta, em tom elevado: “Centro de Estudos de Literatura e Biblioteca Cassiano Nunes”. Seria lindo, seria útil, guardaria a memória do mestre querido. Pois não será nunca mais. Diante de tudo isso, os artistas das mais diversas áreas que subscrevem este manifesto, entendem e exigem atenção de V. Exa. para as seguintes recomendações e reivindicações: 1) Pela institucionalização das legítimas intervenções dos artistas nos espaços públicos, conseqüência natural da apropriação da cidade pelos que nela vivem, respeitadas as condições peculiares de Patrimônio Cultural da Humanidade; 2) Pela imediata destinação dos recursos e condições necessários à reconstrução, reerguimento e reinstalação dos mosaicos poéticos de Gougon, bem como a conversão definitiva de todas as paradas de ônibus da cidade em espaços de expressão poética e outras manifestações culturais; 3) Por uma atenção especial às iniciativas pioneiras e inovadoras (“Oficina do Perdiz”, “Noites Culturais T-Bone”, “Cinememória” etc.), de modo a lhes assegurar vigor e perenidade, pela sua condição de pontos de cultura surgidos da criatividade e da iniciativa dos realizadores culturais do Distrito Federal; 4) Pelo aprofundamento das relações entre o atual governo e os artistas da cidade, a fim de identificar prioridades e pontos de estrangulamento das expressões culturais e artísticas do Distrito Federal e definir, com artistas e realizadores, um plano/projeto cultural amplos, a curto, médio e longo prazos. 5) Por último: por mais sensibilidade e atenção dos agentes públicos com as manifestações espontâneas de nossos artistas, por constituírem, ao lado da chamada “produção oficial”, o que há de mais genuíno e autêntico na história cultural da cidade. Não estamos à busca de culpados. Não queremos cabeças. Até porque não adianta derrubar o príncipe e deixar que permaneça o princípio. Em síntese: não nos interessa quebrar o pires, mas encher o prato. Brasília, 05.07.2008
POESIA NA SARJETA, a reação dos poetas à destruição dos tótens Nesta 3ª, 08/07, às 11h, um grupo de poetas brasilienses e o artista plástico e mosaicista Henrique Gougon, farão um ato cultural público de protesto na parada de ônibus da 509/510 Sul, dirigido às autoridades da Administração de Brasília e do Governo do Distrito Federal. O ato é uma resposta dos artistas da cidade à destruição a marretadas, por funcionários da Administração de Brasília, há pouco mais de dois meses, dos tótens poéticos construídos por Gougon em 2004, a partir de versos de poetas locais. As obras haviam sido instaladas pelo próprio artista em vários pontos de ônibus da Asa Sul do Plano Piloto da Capital da República. Estão convidados para assistir e participar do ato, além da imprensa local e nacional, escritores, atores, ativistas culturais da cidade, cineastas, diretores e atores de teatro, artistas plásticos e outros, assim como cidadãos e a vizinhança do local, inconformados e indignados com o desrespeito que sistematicamente vêm recebendo as manifestações popularares de arte da cidade, por parte do GDF. Para o local do protesto, Gougon promete mais uma surpresa vinda de sua oficina de criação de mosaicos. Já que os tótens não puderam permanecer de pé, eles agora serão fixados na horizontal, aproveitando os buracos que o tempo deixou nos passeios públicos. "Só é possível derrubar o que está de pé. Ou serão capazes de derrubar...o chão?", indagam os poetas. Eles explicam que essa nova forma de intervenção urbana pretende demonstrar o cuidado que os artistas têm pela cidade, uma vez que os novos painéis vão recuperar o piso danificado das calçadas. Ao mesmo tempo em que darão prosseguimento às homenagens aos poetas mais respeitados e queridos pela comunidade, agredidos por ocasião da derrubada dos tótens. REAÇÃO E MANIFESTO DOS POETAS BRASILIENSES – Nesta terça-feira, 08/07/08, às 11h, na Parada de Ônibus da 509/510 Sul. HISTÓRICO OS TÓTENS POÉTICOS A idéia de criação dos tótens poéticos surgiu há quatro anos, quando o jornalista e artista plástico Henrique Gougon, 61, que lidera o grupo Loucos de Pedra, dedicado à arte do mosaico, percebeu que corroídas e abandonadas placas de sinalização nas paradas de ônibus de Brasília poderiam servir de suporte para as intervenções urbanas do grupo. Ele já havia instalado painéis de mosaico em paredes de lojas comerciais cedidas pelos proprietários, com homenagens a personalidades de Brasília e do Brasil, como o líder estudantil Honestino Guimarães (painel instalado em frente ao Bandejão da UnB), o educador Paulo Freire (no jardim do MEC, na Esplanada), JK (no Bar Brasília), entre outros. Para homenagear os poetas da cidade, usou as placas de sinalização como suporte. E assim surgiram os tótens poéticos. Entre os homenageados, os poetas Cassiano Nunes (que mesmo doente fez questão de participar da instalação), Angélica Torres Lima, Nicolas Behr, Eudoro Augusto e Fernando Mendes Vianna. Os painéis se incorporaram à paisagem da cidade, e a melhor prova do apreço que o público tinha por eles e pelas figuras homenageadas é que nunca foram pichados ou depredados – até 2 de abril passado, quando os fiscais do projeto "Brasília Limpa", do Governo do Distrito Federal, alegando que as placas atrapalhavam o acesso aos ônibus, puseram abaixo as obras. Apenas os dois tótens que homenageiam a poeta Angélica Torres Lima escaparam da fúria dos fiscais, graças à intervenção do prefeito da quadra 510 Sul, onde os tótens estavam instalados no ponto de ônibus. A REAÇÃO DOS POETAS No dia seguinte, quando circulou a notícia da derrubada, começou uma intensa troca de e-mails entre os poetas brasilienses. Além de comentarem com tristeza e indignação a depredação dos painéis, organizaram uma reação ao que consideraram um ato ofensivo à memória cultural da cidade. À reação uniram-se outras vozes, como a do editor de Política de O Estado de São Paulo e poeta bissexto Carlos Marchi, que morou 22 anos em Brasília ("atos contra a poesia devem ser tratados furiosamente, com a ira santa dos que fazem versos ou se abrigam sob eles... não afrouxem, não aliviem. Não se negocia com a liberdade de fazer arte – que nunca pode ter limites"). A escritora Vera Brant, pioneira de Brasília, amiga de JK e Niemeyer, indignou-se ao tomar conhecimento do ato ("Quem foi o imbecil que fez isso? Que barbaridade!"). Moradores condenaram a derrubada nos painéis nas colunas de cartas dos leitores dos jornais ("Que os responsáveis por esse ato de vandalismo sejam identificados e punidos.Essas obras eram patrimônio cultural de nossa cidade" - André e Cibele Andrade, Correio Braziliense, 6/04/08). No meio do clima de indignação, os próprios poetas se manifestaram... poeticamente. O jornalista e poeta TT Catalão, por exemplo, disparou um e-mail ilustrado pela foto de um candango chegando para a construção de Brasília: "O plano só será íntegro/se o piloto for integral;/ se uma cidade precisa de metas,/ muito mais urgente/ seus poetas". Outro poeta, o também jornalista Paulo José Cunha, diante da foto de Gougon juntando os cacos de suas obras destruídas, escreveu e distribuiu: "Mesmo que os cacos dos versos/escorram pelas sarjetas/ sempre há quem os recolha/ para plantar novamente/ (toda poesia é semente)/ Marretadas não abolem/ uma verdade maior/ versos nunca viram pó/ versos sempre viram pólen". O PROJETO POESIA NA SARJETA Desde o epísódio da derrubada, o artista Henrique Gougon pensava numa forma de reação ao ato de vandalismo. Ao caminhar pelas calçadas da Av. W-3, onde mora, percebeu que muitas delas estão danificadas, e teve a idéia de construir mosaicos capazes de ser afixados no chão, aproveitando os próprios buracos - uma forma de recuperar o piso dos passeios e prosseguir com as homenagens aos poetas candangos. Surgia aí o projeto Poesia na sarjeta", cuja primeira obra aproveita exatamente o poema de P.J. Cunha ,"Versos sempre viram pólen", para inaugurar essa nova forma de intervenção urbana. Na mesma época em que ocorreu a derrubada dos tótens de Gougon, poetas e outros atores da cena cultural da cidade, como o cineasta Vladimir Carvalho, decidiram elaborar um manifesto a ser entregue ao Governador de Brasília, José Roberto Arruda. No manifesto, condenam com veemência a derrubada dos tótens poéticos; exigem sua reconstrução; reafirmam o caráter cultural das intervenções urbanas dos artistas da cidade e pleiteiam a institucionalização das manifestações póéticas, com a destinação de todas as paradas de ônibus para essa finalidade. Depois de dois meses de tentativas infrutíferas de abrir espaço na agenda do governador, os poetas decidiram enviar o manifesto pelo correio. Ele então será lido e distribuído à imprensa durante o evento de instalação do primeiro painel horizontal, na próxima terça-feira. PANO PRA MANGA Paulo José Cunha, poeta homenageado com o Poesia da Sarjeta I, foi pego de surpresa pelo gesto de Gougon. Emocionado e grato, escreveu sobre o assunto mais um poema, transcrito abaixo. Só pelo prazer maldito Paulo José Cunha Porque já tiveste sede e andavas pelas paredes um dia te confinaram no fundo de uma prisão Mataram García Lorca, calaram a voz de Torquato, sumiram com Maiakovski, por escreverem palavras que andavam de mão em mão. Depois, juraram de morte o autor de uns versos satânicos que afrontaram o alcorão. Fugiste para os botecos, poesia marginal, só os boêmios te ouviam fugitiva, flor do mal. Tu és feita de palavras mais frágeis do que a brisa, mas eles morrem de medo só de ouvir o teu nome pensam que és poderosa e fazes revolução. (será por isso que um dia esmigalharam os tótens que a mão sutil de Gougon fez erguer na contramão?) Agora moras no piso da cidade que te acolhe e apenas sentes os passos do pedestre cidadão. És a palavra mais pura que alivia o dia-a-dia na luta do ganha-pão. Mas não te iludas, poesia!, do jeito que as coisas vão só pelo prazer maldito de fazer calar teu grito eles vão achar um jeito e vão derrubar... o chão.
Ao ar, ao amplíssimo celeste das alturas a cidade branca, a cidade vênus: Brasília O deputado me abre todas as portas. Mas Brasília não tem portas : é espaço claro, extensão mental, claridade construída.
Os setores comuns pululam de crianças, seus palácios dão dignidade inédita às instituições.
O arquiteto nos assinala o novo Itamaraty, o Congresso, a Catedral, rosa férrea que abre na altura grandes pétalas para o infinito. Brasília, isolada em seu milagre humano, em meio de espaço brasileiro, é como uma imposição da suprema vontade criadora do homem. Daqui nos sentiremos dignos de voar aos planetas.
Niemeyer é o ponto final de uma parábola que começa em Leonardo: a utilidade do pensamento construtivo: a criação como dever social: a satisfação espacial da inteligência. Pablo Neruda,
quando esteve por aqui com Vinícius de Moraes, nos anos 60.
texto de sua obra de memórias - Para nascer nasci.
A PRÓXIMA GUERRA Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima. Trata-se de um Brasil que a gente não conhece. As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui. Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução. Para começar o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense, pra falar a verdade, acho que a proporção é de um roraimense para cada 10 pessoas é bem razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense, piauiense, maranhense e por aí vai. Portanto falta uma identidade com a terra. Aqui não existem muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é funcionária pública, e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se concentram todos os órgãos federais e estaduais de Roraima, além da prefeitura é claro. Se não for funcionário público a pessoa trabalha no comércio local ou recebe ajuda de Programas do governo. Não existe indústria de qualquer tipo. Pouco mais de 70% do Território roraimense é demarcado como reserva indígena, portanto restam apenas 30%, descontando-se os rios e as terras improdutivas que são muitas, para se cultivar a terra ou para a localização das próprias cidades. (Na única rodovia que existe em direção ao Brasil (liga Boa Vista a Manaus, cerca de 800 km) existe um trecho de aproximadamente 200 km reserva indígena Waimiri Atroari) por onde você só passa entre 6:00 da manhã e 6:00 da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos não sejam incomodados. Detalhe: Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre aos americanos, europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena, diria que em 90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI. Detalhe: Americanos entram na hora que quiserem, se você não tem uma autorização da FUNAI mas tem dos americanos então você pode entrar. A maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês, mas a maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de algumas reservas encontrarem-se hasteadas bandeiras americanas ou inglesas. É comum se encontrar por aqui americano tipo nerds com cara de quem não quer nada, que veio caçar borboleta e joaninha e catalogá-las, mas no final das contas pasme, se você quiser montar uma empresa para exportar plantas e frutas típicas como cupuaçu, açaí camu-camu etc., medicinais, ou componentes naturais para fabricação de remédios, pode se preparar para pagar 'royalties' para empresas japonesas e americanas que já patentearam a maioria dos produtos típicos da Amazônia... Por três vezes repeti a seguinte frase após ouvir tais relatos: E os americanos vão acabar tomando a Amazônia e em todas elas ouvi a mesma resposta em palavras diferentes. Vou reproduzir a resposta de uma senhora simples que vendia suco e água na rodovia próximo de Mucajaí: 'Irão não minha filha, tu não sabe, mas tudo aqui já é deles, eles comandam tudo, você não entra em lugar nenhum porque eles não deixam. Quando acabar essa guerra aí eles virão pra cá, e vão fazer o que fizeram no Iraque quando determinaram uma faixa para os curdos onde iraquiano não entra, aqui vai ser a mesma coisa'. A dona é bem informada não? O pior é que segundo a ONU o conceito de nação é um conceito de soberania e as áreas demarcadas têm o nome de nação indígena. O que pode levar os americanos a alegarem que estarão libertando os povos indígenas. Fiquei sabendo que os americanos já estão construindo uma grande base militar na Colômbia, bem próximo da fronteira com o Brasil numa parceria com o governo colombiano com o pseudo objetivos de combater o narcotráfico. Por falar em narcotráfico, aqui é rota de distribuição, pois essa mãe chamada Brasil mantém suas fronteiras abertas e aqui tem Estrada para as Guianas e Venezuela. Nenhuma bagagem de estrangeiro é fiscalizada, principalmente se for americano, europeu ou japonês, (isso pode causar um incidente diplomático)... Dizem que tem muito colombiano traficante virando venezuelano, pois na Venezuela é muito fácil comprar a cidadania venezuelana por cerca de 200 dólares. Pergunto inocentemente às pessoas; porque os americanos querem tanto proteger os índios. A resposta é absolutamente a mesma, porque as terras indígenas além das riquezas animais e vegetais, da abundância de água são extremamente ricas em ouro (encontram-se pepitas que chegam a ser pesadas em quilos), diamante, outras pedras preciosas, minério e nas reservas norte de Roraima e Amazonas, ricas em PETRÓLEO. Parece que as pessoas contam essas coisas como que num grito de socorro a alguém que é do sul, como se eu pudesse dizer isso ao presidente ou a alguma autoridade do sul que vá fazer alguma coisa. É pessoal, saio daqui com a quase certeza de que em breve o Brasil irá diminuir de tamanho. Um grande abraço a todos. Será que podemos fazer alguma coisa??? Acho que sim. Repasse esse e-mail para que um maior número de brasileiros fique sabendo desses absurdos. Mara Silvia Alexandre Costa Depto de Biologia Cel. Mol. Bioag. Patog. FMRP - USP Opinião pessoal: Gostaria que você, especialmente que recebeu este e-mail, o repasse para o maior número possível de pessoas. Do meu ponto de vista seria interessante que o país inteiro ficasse sabendo desta situação através dos telejornais antes que isso venha a acontecer. Afinal foi um momento de fraqueza dos Estados Unidos que os europeus lançaram o Euro, assim poderá se aproveitar esta situação de fraqueza norte-americana (perdas na guerra do Iraque) para revelar isto ao mundo a fim de antecipar a próxima guerra. Conto com sua participação, no envio deste e-mail. Celso Luiz Borges de Oliveira Doutorando em Água e Solo FEAGRI/UNICAMP Tel: (19) 3233-1840 Celular: (19) 9136-6472 E-mail´s: celso@ufba.br; celso@agr.unicamp.br; celsoborges@gmail.com Maristela G Azevedo Spini "Gestora em Agrognegócios" Gracia C Fox 76 East Shore Road Denville, NJ 07834 973 6276466 Home 973 6157007 Cel ------------- Forwarded Message: -------------- From: Almir Silva <donfeliciano@hotmail.com> Subject: FW: Triste, nao? Date: Thu, 31 Jan 2008 17:59:47 +0000 From: VivaBrasil@aol.com Date: Wed, 30 Jan 2008 08:22:28 -0500 Subject: Triste, nao?
Texto Correio Web Importantes elencos de todo o Brasil continuam se apresentando no Dança em Pauta.
O projeto, realizado pelo Centro Cultural Banco do Brasil, teve início
no último final de semana e prossegue até o fim de abril. Nesta quarta,
às 21h, a companhia Márcia Milhazes Dança Contemporânea presenteia o
público da capital com Tempo de Verão.
Com cenário da artista plástica Beatriz Milhazes e direção de Márcia
Milhazes, a montagem venceu da categoria Melhor Espetáculo do prêmio Bravo Prime de Cultura,
de 2005. No palco, o fascínio de Márcia por valsas é traduzido em
movimentos que prometem agradar os amantes da dança contemporânea.
Já no próximo sábado e domingo, a obra de Miguel de Cervantes será
revivida em palco do CCBB. A companhia de dança Ana Vitória apresentará
O Exercício de Dom Quixote,
em que a própria coreógrafa dança, acompanhada somente da trilha sonora
preparada pelo maestro Márcio Tinoco – com concepção estética da
figurinista Cláudia Diniz e do cenógrafo Sérgio Marimba. Os ingressos
custam R$ 15 (inteira) e R$ 7,50 (meia).
Portanto, se você está à procura de um bom espetáculo e é um apreciador da dança contemporânea, anote tudo na agenda e Divirta-se no melhor estilo!
Do CorreioWeb
04/04/2006 19h49- A
Secretaria de Fiscalização de Atividades Urbanas (Sefau) lacrou, na
tarde desta terça-feira, o bar Azeite de Oliva, na 403 Sul por invasão
de área pública. A informação é do chefe de gabinete da Administração
Regional de Brasília, Renato Castelo. Ontem, os fiscais apenas
interditaram o local. Hoje, impediram que os clientes pudessem
freqüentar o bar.
Há dois anos, uma liminar judicial garantia ao Azeite de Oliva a
legalidade da ocupação. A decisão da Justiça foi cassada no dia 17 do
mês passado. Segundo Castelo, o Azeite de Oliva pode voltar a funcionar
desde que não ocupe mais uma área pública de aproximadamente 200 metros
quadrados, onde existem cerca de 60 cadeiras sob uma lona.
Entretanto, isso vai depender de uma série de medidas burocráticas.
Primeiro, a Sefau terá de declarar que a retirada aconteceu mesmo. Em
seguida, o bar tem que fazer uma consulta à Administração Regional de
Brasília. No documento, deve constar um acordo com a prefeitura da
quadra 403 Sul sobre o limite máximo de barulho permitido. De posse da
papelada, a Administração libera os documentos para o Azeite de Oliva
conseguir as vistorias do Corpo de Bombeiros e da Vigilância Sanitária.
Só depois disso, o alvará será liberado para o bar ser reaberto.
A proprietária do Azeite de Oliva teria prometido a Castelo retirar
a estrutura entre esta noite e quarta-feira. Porém, ela não foi
localizada pela reportagem nos telefones do bar.
Do CorreioWeb
Neste
1º de abril, o Distrito federal comemora nove anos da faixa de
pedestres. Desde sua implementação, Brasília ficou reconhecida como
referência de respeito ao trânsito. Dados do Detran revelam um número
de mortes considerado baixo, no período de 1997 e 2006 – foram apenas
36 vítimas fatais em acidentes nas faixas em contraponto às 1.482
mortes por atropelamento nas vias.
Para o especialista em trânsito da Universidade de Brasília,
Roberto Pavarini, o objetivo da faixa não é apenas evitar acidentes. “O
fato de uma BMW parar para uma empregada doméstica atravessar a rua
revela um grau de civilidade que não pode ser numerado”, avalia.
No ano passado, das 164 mortes por atropelamento, seis foram na
faixa. A metade ocorreu em Ceilândia e Taguatinga. Por isso, o Detran
vai realizar ações mais efetivas nas duas cidades. Para o mês de abril,
o órgão preparou uma campanha educativa que será veiculada no rádio e
na TV, além de atividades nos pontos mais movimentados do DF. O chefe
da Divisão de Educação de Trânsito do Detran, Marcelo Granja, explica
que o objetivo é orientar pedestre e motorista: o primeiro deve
sinalizar e o segundo deve parar “Para a campanha surtir efeito, vamos
trabalhar a parte lúdica. Mímicos vão brincar com pedestres na passagem
para educar”, explica Granja.
Segundo Roberto Pavarini é um erro associar problemas de trânsito
apenas à circulação dos automóveis. “70% dos deslocamentos realizados
nas cidades brasileiras são feitos exclusivamente a pé. Por isso é
necessário estudar e trabalhar com o pedestre como fundamental nas
relações de trânsito”, avalia.
De acordo com o Detran, o horário de maior ocorrência de acidentes
na faixa é das 18h à meia noite. Isso mostra a importância da
iluminação adequada. Os idosos e crianças até nove anos são as
principais vítimas dos acidentes. “Mesmo próximos à faixa, os idosos
têm problema de mobilidade”, avalia Granja.
Roberto Pavarini trabalhou na implementação da faixa de pedestres
em 1997. Desde então, o DF soma 4.580 faixas. Segundo ele, diversas
ações garantiram seu sucesso. “Uma série de fatores resultaram no
sucesso que é a faixa em Brasília. A fiscalização era rigorosa, a
população estava envolvida e houve vontade do governo em bancar a
proposta”, avalia. Ele aponta a implementação dos radares eletrônicos
como uma alternativa que deve ser associada à faixa na redução de
acidentes. Segundo ele, a implementação dos radares em 1996 reduziu em
40% as mortes no DF. “É um número fortíssimo que revela a viabilidade
do sistema”, explica Pavarini.
Paz no Trânsito
Para Pavarini, a campanha Paz no Trânsito, realizada em Brasília,
foi uma marca de participação popular sem imposição. “As pessoas iam à
padaria e saiam com a mãozinha (logomarca da campanha) estampada no
saco. Isso criou um clima propício para que a faixa fosse respeitada”,
avalia.
Segundo ele, as campanhas de conscientização devem tratar o
respeito à faixa como um direito e não como uma gentileza. “Em Recife,
fizeram uma campanha onde orientava o pedestre a agradecer o motorista
que parasse na faixa. Não deu certo porque isso não é gentileza, é uma
lei”, explica.
Gente, pra quem não conhece, o Google Maps disponibiliza imagens obtidas por satélite de várias cidades, formando um espetacular "mapa" fotográfico. Já estão disponíveis mapas de algumas cidades do Brasil, inclusive Brasília, com um fantástico zoom, que permite ver avenidas e prédios com nitidez.
Cliquem aqui para abrir a imagem da Esplanada dos Ministérios. Com as ferramentas de navegação e zoom, você pode fazer um "tour" pelo Distrito Federal e localizar sua casa, local de trabalho, escola, casa de amigos, etc. Eu já "fui" até Taguatinga e Valparaíso.
Ai, galera, enquanto o Multiply nao resolver o problema na acentuacao, vamos escrever os posts sem acento mesmo. E' horrivel navegar pelas paginas e ver um monte de caracteres estranhos e palavras truncadas. Espero que resolvam isso logo...
 Oi!
Todos já devem ter ouvido falar na censura que a revista Você S/A e um monte de blogs tem sofrido! É uma verdadeira caça às bruxas liderada por duas empresas de recolocação de emprego: a Down Right e a HCO.
Muito do material foi apagado, mas a gente conseguiu pegar quase tudo no cache do Google e colocamos disponível na nossa página pessoal aqui no multiply! http://giordanobruno.multiply.com
Resumindo o caso é o seguinte:
A revista Você S/A ia publicar uma matéria denunciando que esta empresa cobra uma taxa de quem busca os seus serviços, isso é ilegal, o que estas empresas podem fazer é cobrar honorários DEPOIS da recolocação.
A Down Right conseguiu na justiça fazer com que a revista não falasse no nome da empresa (nunca mais abro uma Você S/A! Não tinha nada que se curvar em silêncio!).
Quando a coisa vazou e começou a ser comentada em blogs eles começaram a entrar em contato com os blogueiros fazendo ameaças nas entrelinhas como se fossem processá-los! Muita gente tirou os comentários dos seus blogs com medo! Consegui pegar alguns no cache do Google.
Um blogueiro pelo menos se recusou a tirar o site do ar, o Cris Dias. Depois de várias ameaças o site dele acabou sendo colocado fora do ar também! Mas novamente conseguimos pegar quase tudo no cache do Google e publicar na nossa página aqui no Multiply!
Ele recebeu um email de um tal de Hilton (do hotmail!) que se dizia representante da Down Right. No email tinha esta ameaça: "Outro fato relevante que estive analisando com os meus advogados é que todos aqueles que vincularem esta matéria podem respoder no passivo do processo. Algo que não temos interesse algum que ocorra com o Sr."
O mais loco é que ele estava sendo ameaçado por causa de comentários que fizeram no blog dele e não por algo escrito por ele mesmo!!!
Caso HCO Este caso é mais curto.
Fizeram um comentário em um post de abril no Imprensa Marrom. Este comentário continha xingamento a um dos sócios da empresa HCO. Em uma semana eles conseguiram abrir uma liminar na justiça e tirar o Imprensa Marrom inteiro do ar!
Mas tem mais! Parece que se trata de algum tipo de quadrilha!
Um dia antes do Imprensa Marrom ser tirado do ar surgiu um comentário no blog do Cris Dias que o ameaçava. Olha: "Cris fale daqui 24hs com seu amigo gravatai blogeiro, veja seu caso , e esqueca essa mania de ganhar algum dinheiro com as besteiras acima, dou ate sabado para parar com essa atividade...Lhe dou esse prazo pois sou correto e objetivo, resolva o meu problema e vc se livra.Um acordo e melhor do que o litigio aprenda meu filho."
Vinte e quatro horas depois o Imprensa Marrom estava fora do ar! Calado! Posto a ferros e jogado em um calabouço sem poder falar! Mais uns dias e o blog do Cris Dias também tombou!
Todos os detalhes que a gente puder achar vamos colocar na nossa página! Divulguem, reproduzam, copiem!
Links que tem a ver: www.imprensamarrom.com.br http://www.crisdias.com/weblog/ 
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